nossa missão

Tocantins - Indígenas Xerentes

Temos um olhar especial para as localidades da Janela 10/40.

Ore, compartilhe, doe

MISSÃO TOCANTINS

Início: 2018

1 Obreiro Bíblico

Total: 106 Batismos

Meu nome é Iracy Rodrigues da Silva  Barbosa. Sou casada com Gilvan Barbosa, há 40 anos. Desde que nos casamos sempre sonhamos fazer o trabalho de Deus. Meu esposo é adventista de quarta geração. Eu fui um tição tirado do fogo do presbiterianismo. Então, levo com muita gratidão, o fato de ter o Senhor me dado a oportunidade de conhecer tão grandiosa luz.

Nossa casa sempre foi missionária. Lembro-me de que meu esposo, certa vez, conheceu um jovem pai, da Igreja Batista, com três filhos que a esposa havia abandonado. Trouxemos essas crianças para nossa casa pelo período de um ano, suprindo todos os gastos, inclusive, mantendo-os na Escola Adventista. Graças a Deus, esse pai, hoje, é um adventista fiel.

Era comum ter moças morando conosco. Nesta convivência, ensinávamos sobre a fé em Jesus. 

Trabalhamos na Educação Adventista, por vinte anos. Meu esposo, tesoureiro e secretário e eu gestora.

Sempre disse ao Senhor que não queria chegar à aposentadoria para ficar relembrando do que fizera. Queríamos continuar trabalhando para o Senhor. Em 2013, já no processo de aposentadoria, fomos convidados para irmos acompanhar os Desbravadores de nossa igreja que fariam uma missão, por dois dias, entre o povo indígena Xerente. Foi amor a primeira vista!!! Conheci o diretor da Escola indígena da Aldeia Salto Kripré e ele me contou das dificuldades encontradas pelas crianças quanto à Língua Portuguesa, tendo em vista que eles têm sua própria língua. Dentro da Aldeia não se fala o português, e sim, a sua língua – “akwē”.  Após ouvir seu relato, falei que íamos orar e Deus, com certeza, faria algo por eles. Voltando para casa, conversei com meu esposo e sentimos no coração que era um chamado do Senhor para nós.

Voltamos à Aldeia e conversamos com o cacique sobre a vontade de estar fazendo algo por aquele lugar. Em seguida, tivemos um encontro com os professores que expuseram suas dificuldades para ensinar as crianças a lerem. Tudo isso ocorreu entre os meses de maio e junho. Em julho, acampamos na escola, por duas semanas, onde trabalhamos com os professores e alunos. Desde então, nos feriados e períodos de férias voltávamos à Aldeia. Fomos percebendo que eles necessitavam de roupas, calçados e até alimentos, mas tinham de sobra muita alegria, carinho e amor para conosco. Oramos a Deus pedindo orientações e fomos em busca de parceiros. Minha neta, Débora, de 15 anos, estudava no IABC (Instituto Adventista Brasil Central), quando ouviu que o Colégio queria fazer uma missão. Prontamente, ela falou dos indígenas Xerente, de Tocantínia.

Ao abrir a porta do carro, ele vê a cobra lá dentro. Fechou rápido a porta e pediu ajuda aos indígenas. Eles não viram nada. Pensamos que ela deveria ter saído pela outra porta do carro, que estava aberta do outro lado.  No dia seguinte, com medo, pedimos a proteção de Deus para viajarmos até a igreja. Estávamos atentos, mas nenhum sinal da cobra. Fizemos várias pequenas saídas, até que esquecemos totalmente da cobra.  Chegou o dia de fazermos uma viagem mais longa.  Gilvan foi de novo limpar o carro e adivinhe o que estava lá…. a pele da cobra……  Agora, tínhamos a certeza que ela, estava o tempo todo no carro, em todas as nossas viagens.

Os indígenas viram a cobra, só que ela entrou para o painel do nosso carro. Passaram a tarde tentando encontrá-la. Foi então, que desmontaram todo o painel, mas também em vão.  No dia seguinte, um dos indígenas disse que levaria o carro até a oficina mecânica, à 15 km de distância. Foram em quatro homens. Na estrada, a cobra desce e passa bem por cima da perna do motorista e volta para dentro do painel. Imaginem!!! Chegando na oficina, já com o carro desmontado, o mecânico olhou tudo e disse não ter nenhuma cobra ali. No entanto, iria mandar buscar um chifre de gado porque acreditam que a cobra não suporta esse cheiro. Era hora do almoço e todos saíram. Ao retornar, o mecânico viu a cobra enrolada embaixo do pneu estepe e daí com varas e paus conseguiram, enfim, matá-la. O que me encanta foi ver o cuidado de Deus conosco, quanta proteção!!!! 

Amigos, espero ter tempo para escrever muitas outras experiências vivenciadas aqui. Estamos chegando ao final de nossa jornada de um ano. Temos orado ao Senhor para sabermos qual é a Sua vontade para nós em 2020. Estamos de coração aberto para “irmos onde Deus nos mandar”.

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